Meu eterno pai
Parecia que um amigo tinha ido embora. Fiquei estranha quando li sobre a morte de Bob Sarget. Primeiro chocada, depois triste, mais tarde indignada.
Acompanhei “Full House” depois de mais velha, lá pelos 18 anos e me apaixonei perdidamente pela série. Logo depois de um tempo lançaram a continuação, “Fuller House” e fui entendendo o porque gostava tanto dessa família da televisão. Eles sempre ensinaram sobre amor, perdão, companheirismo, amizade.
Fantasiei durante muito tempo o dia que poderia conhecer o elenco, pois queria abraçá-los e dizer o quanto eles eram incríveis. Fui dormir muitas vezes pensando sobre esse encontro.
Bob foi um pai pra mim, um amigo, um ombro confidente, mesmo sem nunca saber da minha existência. Aquele sorriso encantador, o cabelo charmoso, a altura que possibilitava que ele te abrasasse e protegesse do mundo. Bom, era essa a sensação que sempre senti vendo as cenas de “Full House”.
Sinto tanto por nunca poder te abraçar, Bob. Por não conseguir te agradecer por ter enchido meu coração de afeto e muito amor.
Sarget deixa um legado que reverberará para sempre, para as próximas gerações, para as próximas das próximas gerações etc.
Obrigada, Bob, Danny Tanner, papai, pai. Você sempre estará em minhas memórias mais lindas e afetuosas.
RIP @bobsaget



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