Tia Marcia
Você veio me ver no último mês, me trazer uma lembrança do tio Luizinho (seu irmão), que também fez a passagem recentemente. Eu não esperava por isso. Você me contava histórias sobre a Rapunzel, dos cabelos longos e passava a mão nos meus próprios cabelos. O nariz da família Cereja era marcante no seu rosto. A gente conviveu tão pouco, tia, com a distância entre as cidades, mas eu sentia o seu amor, seu afeto. Em nosso último encontro eu pude dizer “te amo”, mas jamais imaginaria que seria um adeus. Combinamos que eu iria para Ribeirão Preto passar um final de semana com você. Não deu tempo. Agora os irmãos Cereja estarão juntos no plano espiritual e poderão viver juntos. Obrigada, tia Márcia. Por tudo. Eu amo você.







